DIÁRIO DE RHEA: Quando
a cidade dorme ai é que começo a viver meu orbe, nele eu me acho. É
bom, esta na fronteira entre o sim e o não, entre o real e o ilusório,entre a razão e a loucura,
entre a verdade e o aleive, entre o possível e o impossível. É lá que
vivo, plena; É lá que eu eternizo, corro o risco sem medo. Autora: Rosinilda Bezerra Porto